“Precisamos de falar”

“Precisamos de falar”
Era o que dizia a mensagem que Inês lhe tinha escrito durante a noite.
Só a viu de manhã.
Naquelas 4 palavras ficava a dúvida… Sim ou Não?
Só precisava que lhe respondesse… Sim ou Não.
A pergunta tinha sido feita há muito tempo.
Na sua cabeça, a pergunta esteve sempre em cima da mesa.
Não necessariamente aquela Inês.
Era sôfrego de “Inêses”.
Era sôfrego de expetativas. Mais do que a sua concretização.
A concretização esvaziava o encantamento.
O encantamento era o mundo de sonhos que se recusava a abandonar.
A realidade era o seu calcanhar de aquiles

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