Sobre

Tudo pode ser uma história, um começo, um ângulo novo. Ou uma brincadeira de palavras. São retratos semânticos. Retratos de ruas. Retratos de pormenores. Retratos de emoções.

O “Ruas que nos falam” é um projeto de escrita. Um compromisso com ela. Para ser apurada, acarinhada e aperfeiçoada. Aperfeiçoada, sobretudo por quem lê e que tenha a generosidade de opinar sobre o que aqui se faz.

Apresenta-se em várias modalidades. Ou tonalidades. Ou sabores, vá…  Vamos a eles:

Na rua “Segunda Circular” tudo é rápido. Mesmo à hora de ponta. Aqui escreve-se sem pensar muito. Sem filtro. E, de preferência, diariamente.

No “Metro Baixa/Chiado” é o movimento do transporte na rua que comunica. São frases soltas que se ouvem, ditas por quem lá anda. Nas mais diversas situações. Não importa o contexto. Importa ouvir. Importa escrever.

O “Cais do Sodré” tem como inspiração a noite. O álcool e o excesso. A conversa da treta. A escuridão de uma pista de dança. Quantas soluções para a paz mundial não se fizeram neste contexto?

A “Rua do Açúcar” é a zona contista cá da casa. É a escrita ao serviço da criatividade e o seu inverso. Aqui contam-se histórias completas, histórias aos bocados, histórias que terminam o que as outras ruas disseram e iniciaram. Por vezes podem existir algumas crónicas de sociedade com um tom mais crítico… mas isso é porque não se devem guardar estas coisas cá dentro!